Coimbra

Lusolav rejeita violação do caderno de encargos na sua alternativa para TGV em Coimbra

13 de agosto de 2026 às 15 h02
Fotografia: DR

O consórcio Lusolav reconheceu hoje que a solução proposta para a linha de alta velocidade em Coimbra é distinta do estudo prévio, mas rejeitou estar a violar o caderno de encargos, apesar de este estabelecer a quadruplicação da Linha do Norte.

“É certo de que concebemos uma solução técnica que não segue a solução técnica de referência do estudo prévio, até porque o principal objetivo que leva o Estado a lançar concursos de conceção/construção é exatamente o transpor da responsabilidade de prazos, custos, cumprimento de objetivos operacionais e financiamento para o privado/concorrente”, pode ler-se numa resposta de Rui Guimarães, representante do consórcio Lusolav (Mota-Engil, Teixeira Duarte, Alves Ribeiro, Casais, Conduril e Gabriel Couto), a questões da agência Lusa sobre a inserção da linha de alta velocidade em Coimbra.

Em causa está uma mudança face àquilo que estava previsto no projeto da Infraestruturas de Portugal (IP) para o troço entre Oiã (Oliveira do Bairro) e Taveiro (Coimbra) da linha de alta velocidade Porto-Lisboa, abandonando o Lusolav a ideia de duplicar a Linha do Norte entre Taveiro e Coimbra-B, que implicava um maior número de demolições no concelho.

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1 Comentário

  1. Atento diz:

    Apenas 2 notas. A quadruplicação da Linha permitiria um aumento de fluxo (número) de comboios entre a Linha do Oeste e o ramal de Alfarelos e Coimbra/Linha do Norte podendo permitir um acréscimo de comboios da Região de Leiria e zonas industriais do Oeste ao mercado internacional. A colocação de acesso com inversão do comboio funciona com composições de tipo automotora ( como os Alfas) no entanto inviabiliza a utilização de composições tipo locomotiva+carruagens, que poderiam ser utilizadas a velocidades elevadas em slots intermediárias …..

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