Lusolav rejeita violação do caderno de encargos na sua alternativa para TGV em Coimbra
Fotografia: DR
O consórcio Lusolav reconheceu hoje que a solução proposta para a linha de alta velocidade em Coimbra é distinta do estudo prévio, mas rejeitou estar a violar o caderno de encargos, apesar de este estabelecer a quadruplicação da Linha do Norte.
“É certo de que concebemos uma solução técnica que não segue a solução técnica de referência do estudo prévio, até porque o principal objetivo que leva o Estado a lançar concursos de conceção/construção é exatamente o transpor da responsabilidade de prazos, custos, cumprimento de objetivos operacionais e financiamento para o privado/concorrente”, pode ler-se numa resposta de Rui Guimarães, representante do consórcio Lusolav (Mota-Engil, Teixeira Duarte, Alves Ribeiro, Casais, Conduril e Gabriel Couto), a questões da agência Lusa sobre a inserção da linha de alta velocidade em Coimbra.
Em causa está uma mudança face àquilo que estava previsto no projeto da Infraestruturas de Portugal (IP) para o troço entre Oiã (Oliveira do Bairro) e Taveiro (Coimbra) da linha de alta velocidade Porto-Lisboa, abandonando o Lusolav a ideia de duplicar a Linha do Norte entre Taveiro e Coimbra-B, que implicava um maior número de demolições no concelho.
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