“Deixei de jogar futebol porque quero ser pai”
Carlos Olascuaga não se cansa de interromper os para explicar aos jogadores o objetivo de cada exercício | Foto DB-Pedro Filipe Ramos
Uma época a jogar na Académica marcou para sempre a vida do peruano Carlos Olascuaga. Dez anos depois deixou o futebol e atravessou o atlântico com um novo propósito de vida: “ser pai” junto das duas filhas portuguesas. É “adjunto” no Marialvas mas quer chegar ao topo como técnico principal
Tinha acabado de ser campeão no Universitário do Peru, com 22 anos, quando as portas da Europa se abriram. Carregado de ambição na bagagem, em 2014, Carlos Olascuaga mudou-se para a cidade dos estudantes em Portugal, Coimbra.
“Vir para Portugal foi um sonho realizado como jogador profissional”, recorda. A experiência na Académica não lhe abriu, como imaginava a montra do futebol europeu. Ainda assim, foi mais marcante do que algum dia imaginou.
“Saí daqui com uma marca muito grande: conheci a mãe das minhas filhas. Isso mudou a minha vida para sempre”, conta.
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