Coimbra: Abate dos jacarandás divide opiniões na Assembleia Municipal
DB/Foto de Pedro Filipe Ramos
O abate das 11 árvores na rua Lourenço Almeida Azevedo marcou a Assembleia Municipal de Coimbra. Ainda antes da assembleia começar, os deputados foram recebidos por cerca de duas dezenas de cidadãos, que se manifestaram contra o abate dessas árvores.
A reunião começou precisamente com a declaração da cidadã Margarida Pedroso Lima, que pediu que as árvores dessa rua “possam viver”, tendo entregue uma carta à vereadora Ana Bastos, em que pedia que se encontrassem “soluções flexíveis e que respeitem a população e as árvores”.
Também os partidos mais à esquerda criticaram os abates.
“As tipuanas e os jacarandás oferecem as cores da cidade através de flores na rua Lourenço Almeida Azevedo. Qualquer intervenção ali deve ser comunicada e dialogada com a sociedade. Essas árvores, apesar de serem colocadas no corredor da morte, mostram-se se saudáveis”, começou por dizer o deputado João Malva, garantindo que a “a cidade não vai perdoar”.
Também o deputado socialista António Vilhena defendeu que se evitasse abater as árvores, pedindo à Assembleia Municipal que “avalie até ao máximo” para salvar as árvores, tal como o deputado da CDU, Manuel Rocha, que frisou que “encontrando uma árvore no caminho, deve-se contorná-la e não abatê-la”.
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