Atraso da AIMA impede brasileiro de se matricular na ESTeSC
Aluno não se pôde matricular na ESTeSC | Fotografia: DR
Estudante brasileiro, que realizou todo o ensino secundário em Portugal, não se pôde matricular na ESTeSC. AIMA ainda não emitiu o título de residência.
Um jovem brasileiro, que fez todo o ensino secundário em Portugal, realizou os exames nacionais e, através do Concurso Nacional de Acesso ao Ensino Superior, foi colocado, na 1.ª fase, no curso de Farmácia da Escola Superior de Tecnologias da Saúde de Coimbra (ESTeSC), mas não se pôde matricular.
Apesar de viver há já mais de três anos em Portugal, o jovem ainda não dispõe do título de residência, que deveria ter sido emitido pela AIMA. Segundo o presidente da ESTeSC, Graciano Paulo, o estudante em questão está à espera de ser chamado pela AIMA para regularizar a sua situação.
O caso suscitou particular desconforto à administração da escola, da Universidade Politécnica de Coimbra, que lamenta que este aluno fique “em terra de ninguém”.
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