Ataque russo tirou a possibilidade de Diogo conhecer Lviv
Diogo Umbelino e Roman Lipiec, um dos últimos soldados do exército que lutou, em 1944, contra o exército nazi alemão. Fotografia: DR
O conimbricense Diogo Umbelino viu esta semana a sua “aventura” pela Ucrânia ser-lhe negada por mais um ataque russo. O jovem de 28 anos tinha como objetivo conhecer a cidade de Lviv, situada no extremo Oeste da Ucrânia, mas, a menos de 24 horas da sua viagem de comboio para aquele país europeu, foi-lhe aconselhado que não viajasse devido aos mais recentes ataques.
“Estava na Polónia e, 24 horas antes de ir para Lviv, na Ucrânia, a cidade foi bombardeada pelos russos. Fui contactado pelo hotel onde ia ficar hospedado, pedindo que não me deslocasse para Lviv. Pelo que sei, a cidade ficou toda sem eletricidade. Um mês antes tinham-me dito que em Lviv estava tudo calmo”, começou por explicar Diogo Umbelino, que agora está na Lituânia, em trânsito para Portugal.
Segundo notícia da Reuters, a zona de Lviv foi atacada com mísseis no passado dia 19 de novembro. Na mesma notícia é dito que “pelo menos 26 pessoas morreram e muitas estão desaparecidas”, depois do ataque com drones e mísseis russos, que atingiu prédios residenciais da cidade de Ternopil, a apenas 120 quilómetros de Lviv.
| Poder ler a notícia na integra na edição de hoje do DIÁRIO AS BEIRAS
