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Protótipo foi desenvolvido no Clube de Ciência do Agrupamento de Escolas Gândara Mar | DR
Um lápis de grafite, semelhante ao que grande parte da população já utilizou ou utiliza, um pedaço de algodão húmido e um multímetro.
Apenas com estes materiais comuns ao dia a dia, os alunos do Clube de Ciência do Agrupamento de Escolas Gândara Mar, da Tocha, conseguiram “medir um sinal elétrico real, num protótipo que está a despertar curiosidade dentro e fora da escola”.
A ideia que está na génese da criação “surgiu durante o trabalho de investigação que os alunos Bernardo Antunes e Rodrigo Lourenço estão a desenvolver sobre células solares e produção de energia com materiais acessíveis”, adiantou o agrupamento escolar.
“Será possível obter um sinal elétrico usando apenas um lápis parcialmente humedecido?”. Esta foi a questão seguinte colocada pelos jovens alunos.
Os resultados, realça a escola, “surpreenderam”. “Com a madeira exposta numa extremidade do lápis, envolvida em algodão húmido, e a ponta de grafite ligada a um multímetro, os alunos observaram uma diferença de potencial estável e uma corrente elétrica inicial claramente mensurável”, esclarece a mesma fonte.
Simplicidade
A “grande inovação” do protótipo, enaltece o agrupamento da Tocha, na “sua simplicidade”. “Sem equipamentos complexos, sem tecnologia especializada e recorrendo apenas a materiais escolares, foi possível criar uma experiência que permite explorar conceitos como capilaridade, evaporação, contacto entre materiais e medições elétricas”, completa o Agrupamento de Escolas Gândara Mar.
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