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Hóquei em patins: Prova cada vez mais ibérica anima Coimbra esta semana

04 de maio de 2026 às 11 h30
Prova decorre em Coimbra entre os dias 6 e 10 deste mês | Fotografia: DR

O hóquei em patins europeu converge esta semana para Coimbra, palco das fases finais da Liga dos Campeões, tanto a masculina como a feminina, qualquer uma delas amplamente dominadas pelos clubes ibéricos.

De Portugal, lá estarão o surpreendente campeão em título, Óquei de Barcelos, e os três ‘grandes’, FC Porto, Sporting e Benfica, provavelmente o mais forte candidato ao triunfo final.

Do país vizinho, chegam o FC Barcelona, equipa mais vitoriosa de sempre, e os históricos Reus e Liceo. A ‘destoar’ na hegemonia ibérica está o Trissino, clube italiano que em 2022 protagonizou o segundo e último sucesso de uma equipa não portuguesa ou espanhola.

 

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O Trissino ganhou a Liga Europeia (antecessora da Champions) em 2021/22, na final disputada com a AD Valongo, em prova que registou a ausência de Sporting, FC Porto, Oliveirense, Benfica e Óquei de Barcelos (Portugal), Noia, FC Barcelona, Liceo da Corunha, Réus e Caldes (Espanha), SCRA Saint-Omer (França) e Forte dei Marmi (Itália).

Depois do hiato do ano da pandemia, foi o sinal de que alguma coisa tinha de mudar.

A Liga dos Campeões tem agora uma fase regular disputada por 16 equipas, oito provenientes das fases de qualificação e oito apuradas diretamente, distribuídas por quatro grupos. No setor feminino, a Liga dos Campeões é disputada por 16 emblemas.

Em força a esta final a oito chega o Benfica, que no sábado encerrou a fase regular do campeonato português invicto, só com quatro empates. Seguiram-se no campeonato, com francamente menos brilho, FC Porto, Sporting e Óquei de Barcelos – ninguém acredita que os minhotos reeditem em Coimbra o brilharete do ano passado.

Cada vez mais a ‘Champions’ de hóquei em patins é assunto ibérico, com Portugal especialmente empenhado em promover a prova: todas as edições desde 2017/18 tiveram a final jogada em pavilhão luso. A aposta rendeu frutos e nessas sete finais, cinco tiveram vencedor português.

Na fase de grupos, FC Porto e Benfica impressionaram, com lideranças autoritárias nos grupos A e B, respetivamente.

Os ‘dragões’ ficaram mesmo à frente do ‘gigante’ catalão, o FC Barcelona, bem como de Trissino e Reus, que também se apuraram.

Já o Benfica, num grupo fortemente ‘português’, foi melhor que o Óquei de Barcelos, o rival Sporting e o Liceo da Corunha. No grupo B só ‘caiu’ um emblema luso, a Oliveirense.

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