Coimbra

AAC propõe rutura com atual modelo de ensino superior

25 de abril de 2026 às 09 h30
Moção foi apresentada na Casa das Caldeiras| Foto: DR

Documento de duas centenas de páginas consolida dez anos de propostas políticas e exige rutura com o modelo de financiamento e governação das universidades

A Associação Académica de Coimbra (AAC) apresentou, ontem, na Casa das Caldeiras, um documento que classifica como sendo “a moção política mais completa e objetiva” da sua história. A “Moção Global da Associação Académica de Coimbra”, com cerca de 200 páginas, reúne contributos acumulados ao longo da última década e pretende consolidar a posição da academia sobre o ensino superior.
Na sessão de apresentação, o presidente da direção-geral da AAC, José Machado, afirmou que o documento vai além de “meras palavras ou reflexões”, assumindo-se como uma proposta de rutura com o atual modelo de ensino público. “O mundo está em profunda convulsão. Ou cruzamos os braços e testemunhamos as injustiças, ou passamos à ação”, declarou.A moção centra-se numa crítica ao Regime Jurídico das Instituições de Ensino Superior (RJIES), em vigor desde 2007, que a AAC acusa de ter “asfixiado a pluralidade do debate interno” e de ter marginalizado politicamente o corpo estudantil.

Mais informação na edição de hoje do DIÁRIO AS BEIRAS

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