Conhecimento do rio é essencial para gerir por antecipação cheias no Mondego
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O conhecimento do rio e do funcionamento da obra hidráulica do Mondego são condições essenciais para que as autoridades possam gerir por antecipação uma nova cheia na região, defendeu um especialista em Proteção Civil.
Em declarações à agência Lusa, Paulo Palrilha, comandante do Batalhão de Sapadores Bombeiros de Coimbra e autor de uma tese de mestrado sobre as causas e consequências das cheias no Baixo Mondego em 2001 – faz na terça-feira 25 anos – revisitou os acontecimentos da altura e o conhecimento adquirido desde então, vincando que se tratou de uma das maiores catástrofes naturais ocorridas em Portugal.
“Foi uma cheia numa obra hidráulica que tinha, nos seus objetivos, precisamente, a proteção de pessoas e bens contra cheias. E a obra não funcionou”, enfatizou.
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