Coimbra

Conhecimento do rio é essencial para gerir por antecipação cheias no Mondego

26 de janeiro de 2026 às 09 h46
DR

O conhecimento do rio e do funcionamento da obra hidráulica do Mondego são condições essenciais para que as autoridades possam gerir por antecipação uma nova cheia na região, defendeu um especialista em Proteção Civil.

Em declarações à agência Lusa, Paulo Palrilha, comandante do Batalhão de Sapadores Bombeiros de Coimbra e autor de uma tese de mestrado sobre as causas e consequências das cheias no Baixo Mondego em 2001 – faz na terça-feira 25 anos – revisitou os acontecimentos da altura e o conhecimento adquirido desde então, vincando que se tratou de uma das maiores catástrofes naturais ocorridas em Portugal.

 “Foi uma cheia numa obra hidráulica que tinha, nos seus objetivos, precisamente, a proteção de pessoas e bens contra cheias. E a obra não funcionou”, enfatizou.

Pode ler mais informação na edição impressa e digital de amanhã (27/01/2026) do DIÁRIO AS BEIRAS

 

Deixe o seu Comentário

O seu email não vai ser publicado. Os requisitos obrigatórios estão identificados com (*).


Últimas

Coimbra