Vereadores imputam assoreamento da barra a “shot” de areias realizado em Aveiro

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O vereador Miguel Babo afirmou, ontem, na reunião de câmara, que o nível anómalo de assoreamento da barra registado entre finais de 2020 e início deste ano se deveu a quatro milhões de metros cúbicos de areia retirados do Porto de Aveiro e que as correntes marítimas transportaram até à Figueira da Foz. O excesso de inertes pôs em causa a segurança marítima e prejudicou a atividade portuária e as pescas.
“Foi feito um “shot” de quatro milhões de metros cúbicos de areia [em Aveiro] que veio para a Figueira”, afiançou o autarca eleito pelo PSD. E acrescentou que “é evidentíssimo que [a situação da barra]” foi provocada pela ação realizada em Aveiro, afirmando ainda que a administração dos dois portos não concertou a alegada operação com os utilizadores da barra da foz do Mondego.
O vereador Carlos Tenreiro, eleito pelo mesmo partido (o PSD retirou a confiança política a ambos), por seu lado, afirmou que a “administração portuária não articulou e não avisou”, tendo produzido “resultados catastróficos”. O autarca exortou o executivo camarário socialista a fazer uma “nota de repúdio”. E concluiu: “Estamos todos indignados, porque é a nossa terra que está a sofrer”.
Notícia completa na edição impressa e digital do DIÁRIO AS BEIRAS

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