Requalificação da Zona Industrial à espera do visto do Tribunal de Contas

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Mira vai investir 1,5 milhões de euros na requalificação das infraestruturas da Zona Industrial afetadas pelos incêndios de 2017, estando à espera do visto do Tribunal de Contas para começar as obras.
“Estamos só a aguardar luz verde do Tribunal de Contas para arrancar com a empreitada de requalificação e ampliação do Polo I da Zona Industrial, o que deverá acontecer durante o mês de fevereiro”, disse ontem à agência Lusa o presidente da Câmara Municipal de Mira, Raul Almeida.

Recuperação
após os incêndios
A empreitada resulta de uma candidatura para a reabilitação das infraestruturas afetadas pelos incêndios de outubro de 2017, ao abrigo do aviso CENTRO-53-2018-16, que foi aprovada em 2019.
Tem um prazo de execução de 15 meses e será financiada em 85% por fundos comunitários, no âmbito do programa Portugal 2020, tendo sido inscrita no Orçamento e Grandes Opções do município para este ano, que conta com cerca de quatro milhões de euros em projetos aprovados, uns em execução e outros em fase de adjudicação.
“A par da requalificação da rede viária do concelho, o investimento na Zona Industrial marcará o arranque de 2020 em termos de investimentos”, garante o autarca.

Requalificação
da rede viária
A requalificação da rede viária do concelho, no valor de 1,3 milhões de euros, e a empreitada para requalificação e manutenção das pistas clicáveis, são suportadas integralmente por fundos municipais.
“O ano de 2020 é fundamental na execução dos projetos do Portugal 2020”, surgindo como “um ano de execução física e financeira das obras comparticipadas pelo quadro comunitário”, refere Raul Almeida.
A intervenção na Zona Industrial, que sofreu prejuízos avaliados em 32 milhões de euros nos incêndios de 2017, passa pela abertura de um novo arruamento a Sul bem como uma nova ligação com a Estrada Nacional 109.
“O projeto de execução tem em consideração e respeito pelos elementos paisagísticos originários do local. Teve como base tornar a ZI do Polo I funcional de acordo com a atual legislação e garantir uma maior proteção aos incêndios futuros que poderão ocorrer na zona florestal das imediações”, pode ler-se na apresentação da requalificação.

Notícia completa na edição impressa de hoje

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