Prémio Secil distingue projeto de João Mendes Ribeiro

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João Mendes Ribeiro

O Arquipélago – Centro de Artes Contemporâneas, na Ribeira Grande (Açores), da autoria dos arquitetos João Mendes Ribeiro, de Coimbra, Francisco Vieira de Campos e Cristina Guedes (Menos é Mais Arquitetos), foi um dos projetos distinguidos com o XII Prémio Secil Arquitetura. Pela primeira vez, este galardão foi atribuído ex aequo, distinguindo também a Sede Corporativa da EDP, em Lisboa, um projeto de Manuel Aires Mateus e Francisco Aires Mateus.
Atribuído pela Secil –Companhia Geral de Cal e Cimento, SA e pela Ordem dos Arquitetos, o galardão, cujo júri selecionou os vencedores entre um conjunto de 12 obras finalistas, reconhece quadrienalmente “a excelência na arquitetura nacional”.
“A arquitetura de cada uma destas obras responde notavelmente às suas próprias circunstâncias, ambas prestando grande atenção ao contexto e salvando ou refazendo o que nele de melhor encontraram: a ruína de uma antiga fábrica de álcool, no caso do Arquipélago, e a memória dos boqueirões e a relação transversal entre a cidade e o rio, no caso da EDP”, assinala um comunicado do júri do concurso.
O júri do concurso adianta que as duas obras “levaram longe as possibilidades construtivas, estruturais e formais do betão: o betão branco pré-fabricado, no caso da EDP, e o betão negro de lava executado in situ, no caso do Arquipélago”, além de que oferecem “espaços de vida coletiva surpreendentes”.

“Uma obra
muito completa”
Em declarações ao DIÁRIO AS BEIRAS, o arquiteto João Mendes Ribeiro manifestou “grande satisfação” pela atribuição do galardão, que considerou “uma referência da arquitetura portuguesa”.
O projeto premiado – que mereceu já a atribuição de outros prémios, alguns internacionais – é “uma obra muito completa”, que procura unir diferentes escalas e apresenta várias leituras, refere o arquiteto.

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