Opinião: À porrada, pois claro

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Bater, cascar, escavacar uns queixais, ferrar uns murros, são hoje actividades cultivadas com esmero, no interior desta bela sociedade “democrática”. Um Aluno tem más notas ou é advertido por um professor? Não há crise: os paizinhos vão à escola e estrafegam o docente relapso. Um condutor é multado por um polícia porque detectou, através de uma maquineta, mais álcool no sangue do que lá devia estar? Nenhum problema: assestam-se umas murraças no polícia. Um médico entende que não deve passar um atestado de doença para que um trabalhador continue a gozar de folga laboral? Ora essa, ferra-se uma sova no médico.

Abandonei em bom tempo a Universidade. Salvei o meu cavername de maiores danos, pois seria certamente um alvo preferencial dos meninos aprendizes e dos seus amáveis progenitores.

O desenvolvimento das Instituições do regime carece deste adubo para que tais adornos possam florescer, olorosos e “betadínicos”. Aqui mandamos todos, pois claro. Qual Autoridade, qual penico.
É tirar-lhe a pele das costas, a essa fascistada de uma figa.

PORTUGAL É (CADA VEZ MAIS ) LINDO.

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