Alunos de Arquitetura de Coimbra vão ajudar a (re)pensar São Pedro de Moel

CM Marinha Grande

Os alunos do Departamento de Arquitetura da Faculdade de Ciências e Tecnologias da Universidade de Coimbra (FCTUC), o Município da Marinha Grande e a Associação Protur estão a desenvolver um projeto para (Re)pensar São Pedro de Moel.

Cerca de 20 alunos do 5.º ano do curso de Mestrado Integrado em Arquitetura vão tomar São Pedro de Moel como observação e estudo, para que daí resultem novas linhas de desenvolvimento sustentável e integrado para aquela praia no concelho da Marinha Grande, distrito de Leiria, informa uma nota da autarquia.

O projeto (Re)Pensar São Pedro de Moel, que será desenvolvido ao longo do ano letivo 2019/2020, teve início esta semana e está a ser desenvolvido pela Câmara Municipal da Marinha Grande, pela FCTUC e pela Associação Protur (Associação para a promoção do Turismo de São Pedro de Moel).

Nesta fase de arranque, os alunos vão estar no concelho da Marinha Grande até domingo, para conhecer o território, nomeadamente através de realização de tertúlias, visitas aos museus e a São Pedro de Moel.

A equipa regressará a São Pedro de Moel para mais visitas de campo, de 19 a 21 de março de 2020, informa ainda a autarquia.

“Pretende-se (Re)Pensar São Pedro de Moel de modo a que possam ser definidas futuras ações de gestão, capazes de dinamizar a localidade e recuperar os valores que identificam este local como espaço de residência, permanência temporária ou, simplesmente, de passagem ou visita enquanto destino turístico”, adianta o Município na nota de imprensa.

Os estudantes “respeitarão, como ponto de partida, todas as ferramentas e instrumentos jurídicos do planeamento municipal, mas também aqueles que estão estabelecidos a nível regional e nacional”.

Segundo o Município, a primeira fase do exercício envolve um processo de reconhecimento territorial e uma análise ‘swot’ – análise de cenário ou ambiente -, com vista à definição de uma estratégia integrada.

Já numa segunda fase, cada estudante desenvolve o seu projeto individualmente, ainda que submetido a uma articulação com todos os outros – num entrelaçar de ideias particulares, coerentes e ricas, mas diversas -, gerando um projeto de espacialização único que será resultado do conjunto das propostas individuais, estabelecidas em rede e submetidas a uma estratégia territorial e paisagística global e única, explica a Câmara.

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