Coimbra: Oposição contesta custos e orgânica da reestruturação dos serviços

 

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Com críticas da oposição, foi ontem aprovada, na reunião do executivo da Câmara Municipal de Coimbra, a reestruturação dos serviços municipais. Os vereadores do PSD e do movimento Somos Coimbra votaram contra, o vereador da CDU, Francisco Queirós, absteve-se.
“Custos excessivos”, projeto “pouco arrojado” e “sem visão integrada” foram algumas das críticas que os vereadores da oposição lançaram.
Alegando a “absoluta necessidade de dotar gradualmente, até 2021, os serviços municipais de estrutura adequada que lhes permita dar resposta a todo o leque de novas competências de forma eficiente, com qualidade e no cumprimento dos prazos legalmente estabelecidos”, a vereadora Regina Bento falou de uma proposta “muito discutida” e que “trará à Câmara maior agilidade”, preparando-a para “assumir novas competências” no âmbito do processo de descentralização.

A responsável destacou as áreas da Saúde e da Educação como as que terão “maior peso”.
Francisco Queirós começou por levantar algumas dúvidas no que respeita à operacionalidade de algumas divisões, mas acabaria por se abster na votação.

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