“Prós e Contras” a partir de Oliveira do Hospital

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O programa “Prós e Contras” da RTP 1, conduzido pela jornalista Fátima Campos Ferreira, vai ser hoje, dia 26, transmitido em direto, a partir das 21H00, do município de Oliveira do Hospital.

Segundo nota de imprensa da autarquia olivanense enviada ao DIÁRIO AS BEIRAS, com quase duas horas de duração e em horário nobre, o “Prós e Contras” entra no ar logo a seguir ao Telejornal do canal 1, numa edição especial. Será realizado nas instalações da BLC 3-Campus de Tecnologia e Inovação, situada em Lagares da Beira e perante uma plateia de cerca de 300 pessoas.

“Naquele que é considerado como um dos melhores programas de debate da televisão portuguesa, vão estar autarcas, investigadores, populações e Governo, para a discussão de um dos maiores temas da atualidade: a floresta”, acrescenta o documento da autarquia.

Versão completa na edição impressa

6 Comments

  1. Manuel Pinto says:

    Boa noite. Como é que os cidadãos podem limpar as matas se elas não geram os rendimentos necessários para o efeito? Vejam a seguinte situação real. Meu sogro, um ancião com mais de 90 anos tem uma pequena courela situada à "laja da forca" na aldeia de Matança, concelho de Fornos de Algodres. Há 4 anos, depois de um pavoroso incêndio viu-se obrigado a vender os pinheiros que ficaram chamuscados. A venda rendeu menos de 1.000,00 €.. Foi o único rendimento da mata nos últimos 30 anos (no mínimo 30 anos). Em média 30,00€ por ano. Agora a limpeza da referida mata levará ao meu sogro, no mínimo cerca de 100,00, para cortar silvas giestas e tojos. Se for feita anualmente a limpeza da mata consumirá mais de 1/6 da magra pensão que ele recebe. Com as leis em vigor o estado está a seguir as pisadas das tropas de Napoleão, que ali enforcou quem, ao tempo, ali defendeu os seus gados e haveres. è este o caminho que queremos seguir? Vai tudo para a "laja da forca"? Manuel

  2. certo mas como um. Pinhal leva vinteanos para dar madeira e au preco que pagam um pinheiro claro que nao paga para limpar e entao nesse caso o governo pode ficar com tudo e assim resolve o problems…

  3. José Nunes says:

    O governo està a colher o que semeou, pois á varios anos ele promove a desertificação do interior,(vasta ver o PDM realizados pelas camaras do interior), fecho de escolas primarias, fecho de centros de saude, feixo de tribunais. Proibiu a criação de gado, ou dificultou ao maximo. A agricultura esta abamdonada á varios governos. Combater os incêndios pela prevenção é bom, mas que dizer do combate ás mafias dos incêndios? O problema não é a floresta, o problema são os incêndios, incêndios que são "uteis" ao governo, Portugal é o principal produtor de pasta de papel.

  4. José Nunes says:

    Limpar as matas até 15 de Março, Sr. ministro, á varios dias que é inseportavel respirar na cidade de Tarouca, é pior que nos dias de incendio….. Sr. secretário de estado, as pessoas morreram por varias cousas provocadas pelo governo, altis, PC, metodos de combate aos incêndios, erro de gestão dos incêndios e outros.

  5. Boa noite, sinto-me obrigado a comentar o programa de hoje, com o devido respeito me parece que este programa foi encomendado pelo psd porque só vejo representantes deste partido como autarcas. Lamento as sucessivas e constantes interrupções feitas ao Sr. Ministro o que o têm impedido de explanar o que se pretende fazer, tenho pena que efectivamente não se dê palavra a todas. Pergunto porque não foi convidado o autarca de Caminha que foi considerado como exemplo pelo que se deve fazer. Acho que a Dra. Campos Ferreira continue a dar a palavra ao autarca Almeida Henriques. Cumprimentos e obrigado

  6. O grande problema do interior reside nos proprietários do solo. Ou são residentes idosos ou proprietários jovens mas ausentes. A floresta é rentável só que os lucros dela vão diretamente para aplicação na cidade (imóveis, turismo e veículos automóveis…)

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