Como não há-de ter futuro?

Como não há-de ter futuro?

– Todo o cidadão está na disposição de dar 5% do que ganha para que o país renasça e saia do atoleiro em que caiu.

– É necessário fazer o diagnóstico da situação do País, como Balfour fez em França, em que os peritos concluíram: A nossa indústria está envelhecida, mas temos sorte, temos boa agricultura.

Aqui:

– Destruiu-se, eclipsou-se ou “vendeu-se” a indústria, destruiu-se a agricultura e pescas, não por culpa dos agricultores e pescadores mas por incapacidade de prever e gerir as consequências do seu colapso.

– É a produção da energia alimentar e das máquinas que deve alcançar os 75% do consumo numa época de crise. O resto é para o comércio mundial ou global.

Mas:

– É necessário que a estrutura do Estado seja servida por uma nova democracia “Demo-aristocracia” (aristocracia dos conhecimentos e do saber fazer, saber imaginar, saber criar, saber trabalhar em equipa… saber vender). Assim, o carreirismo político deixará de ser a primeira razão das promoções e acesso ao poder do Estado, e este passa a ser servido pelos mais aptos.

Mas:

– Acima de tudo é preciso motivar todos os cidadãos deste país para acreditar e se compenetrarem de que devem dar prioridade ao produzido nesse País, a preço justo, para dar vida à vida rural, de modo a que o êxodo que hoje se faz para as cidades e estrangeiros se faça para o interior, onde há emprego e trabalho para todos – queiram eles trabalhar e onde até os excluídos sociais terão trabalho, se uns e outros quiserem trabalhar.

– Portugal tem futuro, e se os políticos não se entendem, ou continuam a demonstrar, como até hoje, a sua incapacidade, há que constituir um Governo de salvação nacional formado pelos mais aptos e capazes, que não sejam impostores e “imposteiros”. A nossa pátria está doente… há que curá-la, há que dar esperança à transmissão dos nossos genes.

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