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Álvaro M. C. Ferreira, autor de “O grito da areia e das estrelas – Ser gandarês”
Álvaro M. C. Ferreira. É assim que se apresenta o autor de “O grito da areia e das estrelas – Ser gandarês”, nascido em Paris, onde os pais estavam emigrados, e criado em Moinhos da Gândara, freguesia da margem Norte da Figueira da Foz, onde reside.
O antigo estudante de Física na Universidade de Coimbra, curso que abandonou “por motivos pessoais”, é um conhecido fiscal da empresa que detém a concessão do estacionamento municipal na cidade da Figueira da Foz.
A publicação contém poesia com química gandaresa. E física.
Com palavras escritas no seu livro, o autor sustenta que se trata de “poesia e humanismo quântico rústico”, no mesmo “espaço sagrado” onde coexistem “a física quântica e o chiar dos eixos de pau na madrugada”. E onde “a poesia não é um adorno, é um instrumento de precisão, um nónio emocional que mede a distância entre a dor da perda e a velocidade da luz de uma nova ideia”.
O gosto pela escrita surgiu cedo. “Vem dos tempos em que estudava na Escola Secundária Joaquim de Carvalho. O gosto pela escrita surgiu de ser um grande leitor de livros, sobretudo de ciência”, afirmou o autor ao DIÁRIO AS BEIRAS.
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