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Equipamento esteve representado por funcionários da autarquia figueirense | Foto DR
A recente inauguração do Centro de Interpretação do Património Arqueológico Rural de Bensafrim, no Algarve, “assinalou um reencontro simbólico com a história da investigação arqueológica no Algarve e abriu novas perspetivas de colaboração entre o Museu Municipal Santos Rocha, Vicentina – Associação para o Desenvolvimento do Sudoeste, A3PR – Associação para a Promoção do Património Rural, juntas de freguesia e Município de Lagos”, avança nota enviada pela Câmara Municipal da Figueira da Foz.
Mais de 130 anos depois das expedições arqueológicas de António dos Santos Rocha ao Algarve, acrescenta, “o Museu Municipal Santos Rocha regressou a Bensafrim”, sítio onde o seu patrono foi arqueologicamente feliz.
Desta vez, ressalva a nota, o equipamento municipal da Figueira da Foz esteve representado naquela localidade algarvia como “parceiro do novo espaço interpretativo da arqueologia local, num momento marcado pela memória, pelo reconhecimento científico e pela criação de novas oportunidades de cooperação” entre a Figueira da Foz e a região do Algarve.
Na Fonte Velha, em Bensafrim, o arqueólogo figueirense prosseguiu os trabalhos desenvolvidos por Estácio da Veiga, em expedições realizadas entre 1894 e 1906.
Com aquele trabalho, frisa ainda a nota, Santos Rocha contribuiu para o aprofundamento do “conhecimento de uma importante necrópole e para revelar novos dados sobre o passado” do território algarvio.
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