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AAC questionou quem eram os “portugueses de bem” em 2021 | Fotografia: DR
O histórico de posições contrárias e de contestação de parte a parte entre Associação Académica de Coimbra (AAC) e o Chega atingiu, nos últimos dias, o expoente máximo com a invasão de duas deputadas do partido à Rádio Universidade de Coimbra e aos gabinetes da Direção-Geral da AAC, e o anúncio dos estudantes que vão apresentar queixa ao Ministério Público. No entanto, o ambiente há muito que está crispado entre ambas as partes.
Em dezembro de 2020, um mês antes das eleições Presidenciais que reelegeram Marcelo Rebelo de Sousa, a Assembleia Magna da AAC votou a exclusão do candidato presidencial André Ventura de qualquer ato público com a chancela da AAC. Na altura, a posição dos estudantes recebeu resposta do líder do Chega.
“Houve tempos em que Coimbra era sinónimo de liberdade!”, escreveu Ventura nas redes sociais.
Em 2021, ainda com João Assunção à frente da AAC, os estudantes repudiaram uma marcha convocada pelo Chega para a cidade no dia 28 de maio. Nesse dia, ocorreu o golpe de Estado de 1926, dando início ao Estado Novo.
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