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Reunião de câmara realizou-se ontem | Foto DB - JA
Foi ontem aprovada a hasta pública para venda dos terrenos adquiridos pelo Município da Figueira da Foz para a construção de um pavilhão multiusos municipal na Salmanha, tendo como base de licitação 550 mil euros, o valor da compra. A oposição (PS e Chega) votou contra a proposta da maioria FAP.
Todavia, a alienação não significa a desistência do equipamento municipal, que deverá ser “desmultiplicado” e construído por fases.
Quando em 2021 tomou posse como presidente da Câmara da Figueira da Foz, Santana Lopes prometeu que não avançaria com obras municipais sem ter assegurado o respetivo financiamento, europeu, do Estado português ou privado, como relembrou ontem.
Ora, até agora, o pavilhão multiusos, avaliado em cerca de 20 milhões de euros, não obteve financiamento. E está fora de causa ser construído com verbas do Orçamento do Município ou financiamento bancário.
A solução encontrada pelo executivo camarário passa pela construção de um hotel com um mínimo de quatro estrelas, 100 quartos e um centro de congressos com capacidade para 1.500 pessoas, a cargo do privado que comprar o terreno, tendo um prazo de 36 meses para abrir o estabelecimento.
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