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Freguesias urbanas vizinhas foram desagregadas em 2025, após 12 anos de agregação | Foto Arquivo - JA
Diferendos envolvem dois autarcas eleitos pela mesma força política – a coligação FAP.
Os presidentes das juntas das freguesias de Buarcos e de São Julião, em declarações ao DIÁRIO AS BEIRAS, não disfarçam as relações institucionais tensas, provocadas por uma fotografia e por transferências de verbas pelo Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP), superiores a 12 mil euros.
As duas freguesias estiveram agregadas durante 12 anos, tendo sido desagregadas na sequência das eleições autárquicas de 2025. O processo de desagregação deixou alguns assuntos administrativos pendentes.
Questionada por este jornal, a presidente da Junta de Buarcos começou por frisar que tem dado conhecimento ao presidente da Câmara da Figueira da Foz, Santana Lopes, acerca dos diferendos com o seu homólogo de São Julião, até porque os três autarcas foram eleitos em 2025 pela mesma força política, a coligação Figueira a Primeira (PPD/PSD – CDS/PP).
“Tem havido, desde o início [do mandato], algumas questões, provavelmente mal clarificadas; não por parte da Junta de Freguesia de Buarcos, pelo contrário. Mas desde o início que, efetivamente, existiu sempre uma pedra no sapato, por parte da Junta de São Julião, desconfiando, de certa forma, da falta de transparência ou da falta de querer resolver questões relativas à separação das freguesias [da nossa parte], coisa que nunca aconteceu”, acrescentou Rosa Batista.
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