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Eurico Gonçalves junto à peça escultórica | Foto DB - JA
Aos poucos, a Praia do Cabedelo afirma-se como galeria de arte ao ar livre.
O artista urbano português Vhils ofereceu uma peça escultórica metálica ao Gliding Barnacles. A obra está instalada na Praia do Cabedelo desde a edição deste ano do festival, que terminou no passado domingo, ao lado de outra que será em breve desmontada.
As peças foram encomendadas pela EDP como elementos escultóricos subaquáticos destinados à costa de Albufeira, no Algarve, tendo ficado concluídas em 2023, contou ontem ao DIÁRIO AS BEIRAS o impulsionador e organizador do festival Gliding Barnacles, Eurico Gonçalves. Mas, acrescentou, as obras tiveram de ser redimensionadas e Vhils decidiu produzir outras com as medidas pretendidas pela elétrica portuguesa, acabando por oferecer uma ao festival.
“Colaboramos com o Vhils desde a exposição “O mar é a nossa terra”. E participámos como consultores das obras que o Vhils fez para a EDP, que são estas estruturas, para serem postas dentro de água”, frisou.
Aquela peça, no entanto, ficará em terra, no local onde se encontra, aparafusada numa rocha, no molhe. O artista e a organização do festival tomaram a decisão de a não submergir devido à força do mar na costa da Figueira da Foz, que destruiria a escultura.
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