Coimbra

A “cadeira” de empatia foi dada aos futuros médicos

28 de setembro de 2026 às 08 h15
Sessão decorreu no auditório da ULS de Coimbra | Fotografia: Ana Catarina Ferreira

Mais de 300 futuros médicos vestiram ontem a bata branca. A importância da empatia e do lado humano foram vincadas, no momento em que vão iniciar o ciclo clínico.

O curso de Medicina tem a duração de seis anos e é considerado um dos mais complexos do ensino superior. Porém, há uma “cadeira” que é dada todos anos numa só sessão, mas que fica para sempre na memória dos jovens: a da empatia.

Decorreu ontem a cerimónia da Bata Branca, um evento académico solene que marca a transição dos estudantes de Medicina da fase de formação básica para o início do ciclo clínico e o contacto direto com os doentes. Os futuros médicos ficaram a perceber a importância do “toque humano” na forma como devem cuidar dos seus doentes. 

Presente na sessão, o diretor da Faculdade de Medicina da Universidade de Coimbra (FMUC), Carlos Robalo Cordeiro, alertou para exatamente para a importância dos médicos saberem cuidar dos seus pacientes com humanidade e empatia.

“Tratem todos os doentes como se fossem os vossos pais ou amigos”, pediu.

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