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Sexta edição do “Faz Falta” marcada para sábado | Fotografia: DR
Há uma festa que está a fazer regressar, pontualmente, os conimbricenses que prosseguiram as vidas profissionais noutros locais à cidade onde nasceram e se formaram.
Há mais de um ano, um grupo de cinco jovens de Coimbra, radicados em Lisboa, uniu-se para “acabar com a história de não haver nada para fazer” na cidade. Cinco festas depois, o impacto é já, segundo os organizadores, notório.
“Conseguimos ver, até pelos dados que temos, que há já grupos que agora começam a decidir vir a Coimbra mais vezes, consoante as festas que organizamos. Este processo era difícil porque estas pessoas viam-se uma ou duas vezes por ano. Reparámos que naturalmente começaram a vir mais a Coimbra. É a nossa maior conquista”, esclareceu Francisco Galveias, um dos fundadores do “Faz Falta”.
A festa, que nas primeiras edições passou, em Coimbra, por locais como o Museu Nacional Machado Castro, o Largo ou Bixos, teve também, em agosto passado, uma edição de verão na Figueira da Foz. No final do mês, regressa à cidade de origem para a sexta edição, contando já com o apoio da autarquia.
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