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Mais de 1200 artistas defendem Bienal Anozero no Mosteiro Santa Clara-a-Nova

13 de março às 10h21
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Mais de 1200 artistas já assinaram o manifesto a defender a continuidade da Bienal de Arte Contemporânea de Coimbra, Anozero, no Mosteiro de Santa-a-Clara, rejeitando a transformação do monumento num hotel, no âmbito do Revive, programa de requalificação de património para fins turísticos.
Pedro Cabrita Reis, Rui Chafes, Carrilho da Graça, João Fiadeiro, João Onofre, Gabriela Albergaria, Fernanda Fragateiro ou os músicos Dino D’Santiago e Paulo Furtado são alguns dos artistas que subscrevem o manifesto lançado por um conjunto de artistas a partir da Bienal de São Paulo. Entre os susbcritores surgem também nomes estrangeiros como a americana Candice Line, a sul-africana Buhlebezwe Siwan, o brasileiro Jarbas Lopes, a neerlandesa Moirika Reker ou a libanesa Marwa Arsanios.
O manifesto – cujos autores e primeiros subscritores são o brasileiro Rubens Mano e o mexicano Luis Felipe Ortega –, refere que a Bienal de Arte Contemporânea de Coimbra tem desempenhado “um papel fundamental, apesar da sua juventude, e tem conseguido ter um impacto significativo no atual contexto das grandes exposições internacionais”.

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