Farmácias são a rede de saúde mais desaproveitada
Fotografia: Pedro Filipe Ramos
“As farmácias constituem a rede de cuidados de saúde primários mais desaproveitada”. A conclusão está escrita no livro “Dar & Receber”, que faz a história dos 50 anos de existência da cooperativa de distribuição de medicamentos, com sede em Coimbra, Plural+Udifar, num período histórico que coincide com a evolução do medicamento e da saúde em Portugal pós 25 de Abril.
Na apresentação da obra – ontem à tarde, na sede da cooperativa, no Loreto (norte do concelho) – a presidente da Câmara de Coimbra, Ana Abrunhosa, afinou pelo mesmo diapasão, defendendo que “as redes tem uma grande importância na coesão do país” e confessando que foi “muito infeliz como ministra, porque há um centralismo que prejudica o país”.
Por isso, sublinhou que “a rede de farmácias tem um potencial ainda por explorar, que permitiria um Serviço Nacional de Saúde mais racional e próximo”.
Por seu lado, Maria de Belém Roseira – oradora na sessão e autora do prefácio da obra – recorda a papel desempenhado pelas farmácias há quatro anos, na pandemia, “com a vacinação e a entrega de medicamentos em casa dos doentes; mas depois esse contributo foi esquecido e há, agora, infraestruturas que estão subaproveitadas”.
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