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Empreitada para estrada de acesso à vila deverá ter concurso público este mês

15 de fevereiro às 16h51
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Foto DR

O processo de requalificação da principal via de acesso à Pampilhosa da Serra – na ligação do IC8 à sede do concelho – deverá ser desbloqueado ainda este mês, com o lançamento do respetivo concurso público por parte da Infraestruturas de Portugal (IP).

Foi o próprio presidente da autarquia, Jorge Custódio que o disse: “Tudo leva a crer que, durante o mês de fevereiro, as Infraestruturas de Portugal lancem a concurso a tão esperada 1.ª fase da Nacional 344”, adiantou o autarca, acrescentando que “a intenção” é negociar com esta empresa pública um acordo protocolar, “para que a câmara municipal inicie o projeto da 2.ª fase, que é precisamente entre o alto da Maria Gomes e o cruzamento de Alvares”.

Em causa estão cerca de 23 quilómetros de um total de quase 40 quilómetros, a executar em troços, o primeiro dos quais – que é o que está agora em causa – de nove quilómetros; e uma 2.ª fase, que vai contemplar um total de 14 quilómetros.
Trata-se de um velho anseio da população em relação ao principal eixo viário que poderá impulsionar o desenvolvimento deste concelho serrano.

Neste contexto, o executivo autárquico realizou a mais recente reunião de forma descentralizada, escolhendo a freguesia do Cabril como exemplo.

O edil recordou que – ainda em período pré-eleitoral – “um dos compromissos” que assumiu foi que a câmara municipal saísse das portas, que viesse ao terreno sentir e ouvir quais é que são as preocupações das pessoas”.

Incentivo à criação de emprego

A reunião descentralizada promoveu ainda – para além da questão da acessibilidades – o debate sobre o reforço do regulamento de incentivo à criação de emprego. O dossiê foi aprovado por unanimidade.

Trata-se de um mecanismo de apoio financeiro dedicado às associações locais e coletividades, que já estava em vigor, mas que agora é reforçado, passando dos cinco mil euros anuais para os nove mil euros anuais.

“Este regulamento tem a ver com a preocupação de criarmos postos de trabalho”, explicou Jorge Custódio, reforçando que a ideia é que “as coletividades tenham uma ferramenta”, para, a título de exemplo, “poderem reabrir as suas casas de convívio” ou “poderem ter o fornecimento de outro tipo de serviço à sua população”.

A próxima reunião descentralizada do executivo decorrerá a 28 de fevereiro na Freguesia de Dornelas do Zêzere.

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