Opinião: Já votei

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Graças ao que parece ser o bom funcionamento do voto por correspondência, já exerci o meu direito de voto e já está a caminho das urnas que contarão os votos pelo círculo da Europa. O voto, essa poderosa ferramenta democrática, é mais do que um simples ato de escolha entre candidatos, partidos ou coligações de partidos; é a expressão máxima da nossa cidadania. Tal como o meu voto, cada voto depositado nas urnas carrega esperanças, preocupações e aspirações. Numa época em que a apatia e o ceticismo político parecem ganhar terreno, é crucial relembrar a importância de cada voto. Não é apenas um direito, mas uma oportunidade de moldar o destino coletivo, mesmo à distância para aqueles que como eu não vivem no seu país de origem. Ainda assim, é também através do voto que me vou sentido mais próximo do futuro político, económico e social do meu país. Para os portugueses que residem fora como eu, o voto é mais do que aquele ritual solene de domingo, é um lembrete da igualdade fundamental entre os cidadãos portugueses, fora e dentro de fronteiras. É o reafirmar da ideia de que todos contribuem para o diálogo e direção futura da nação – dentro ou fora de Portugal. Votar não é apenas decidir quem nos governará nos próximos anos. É dizer do nosso compromisso com a coletividade e com o futuro que desejamos ver acontecer. À medida que nos aproximamos do 10 de Março ou do 9 de Junho de 2024 é crucial refletirmos sobre o papel que cada um de nós desempenha. Portanto, a mensagem é: quando tiver em mãos o poder de votar, lembre-se de que esse gesto transcende o individual, ecoando nas gerações futuras e na história que queremos ver acontecer.

 

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