Soure: População saiu à rua para dizer não à prospeção e exploração de caulinos

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“A única resposta que as populações aceitam é a reversão do contrato de prospeção e pesquisa”. As palavras são de Vítor Oliveira, membro do Movimento Contra a Exploração de Caulinos em Soure Norte (e no Baixo Mondego), organização que ontem à tarde promoveu uma “Mobilização pelo ambiente e pela saúde no Baixo Mondego”.
A mensagem da população de Soure é clara: “Não à exploração”. Mais de uma centena de pessoas estiveram ontem à tarde no Parque da Várzea, em Soure, para manifestar o seu desagrado com o contrato de prospeção de caulino celebrado entre a Direção Geral de Engenharia e Geologia (DGEG) e a empresa espanhola Clariant Iberica Producción.
“Soubemos, por acaso, em julho deste contrato. Este é um processo que vem desde 2019 e ninguém sabia de nada”, assumiu Vítor Oliveira, que relembrou que o projeto “teve 19 votos contra da CIM Região de Coimbra, que aprovou uma moção de censura” e, ainda, “três pareceres negativos da Câmara de Soure”.

Ler notícia completa na edição impressa e digital de hoje do DIÁRIO AS BEIRAS

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