Opinião: Esperança para Portugal

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Em novembro, os portugueses foram confrontados com notícias de negócios à volta do estado feitos com alegada intervenção de governantes, do melhor amigo do primeiro-ministro e do seu chefe de gabinete, antigo assessor de Sócrates, que guardava consigo 75.800 euros em dinheiro.
Falamos de dinheiro escondido em envelopes e caixas de vinho na residência oficial do primeiro-ministro. Trata-se de uma situação incompreensível que surge poucos anos depois da vergonha de todo o caso Sócrates (ainda a aguardar conclusão).
Lamento profundamente tudo o que está a acontecer. São situações assim que destroem o regime democrático e enriquecem os movimentos populistas.
Na minha opinião, a marcação de eleições no imediato foi uma decisão imatura. Compreendo a demissão de António Costa. Mas exigia-se ao Presidente da Republica outra ponderação dada a maioria recente obtida pelo PS.
O primeiro-ministro e o presidente da república têm vindo a colocar a trica política e pessoal à frente dos interesses do país. Fiquei muito triste com a vitória do PS nas últimas legislativas, mas um país só pode ser levado a sério se tiver instituições democráticas estáveis.
As sondagens – valem o que valem – apontam para resultados que se traduzirão num clima de grande instabilidade, favorecendo os extremos radicais. Sei que a minha posição difere de muitos intervenientes da área do PSD. Mas é o que sinto ao temer que a desinformação e a força da comunicação do PS e de alguns partidos extremistas confundam os portugueses.
Espero estar enganada! Portugal só pode sair da espiral negativa se evitar a continuação das políticas socialistas que nos vêm empobrecendo e destruindo os nossos serviços públicos e se evitar dar poder aos extremos radicais (à esquerda e à direita).
Desde 2000, o PS governou 18 anos em 23 possíveis. O PS é o “sistema” e é o único responsável pelos seus resultados: deterioração das instituições públicas; aumento da sensação de corrupção; destruição dos serviços públicos como a educação, a saúde e a justiça prejudicando principalmente os pobres; esmagamento da classe média; emigração em massa de jovens qualificados; falta de salários dignos; ausência de habitação; envelhecimento da população, etc.
Ao que parece, a solução que o PS tem para oferecer aos portugueses é um politico cuja imagem de marca são as trapalhadas: no novo aeroporto; nos 3 mil milhões de euros enterrados na TAP; na mentira sobre a indemnização de 500.000€ a administradora próxima; nas dividas que não eram para pagar.
Só com uma vitória esclarecedora do PSD será possível colocar o país na ordem e aproveitar as maravilhas que Portugal tem através do seu território, da sua localização estratégica, do seu nível de segurança e das suas pessoas.
Para conseguir vencer as eleições, é urgente o PSD mostrar que é uma alternativa para o país com um projeto de tolerância zero à corrupção, promotor de um estado eficiente, com serviços públicos de excelência, sem excessos nem amiguismos, focado nos reais problemas das pessoas. Um governo determinado a reforçar a produtividade e os rendimentos, a aumentar a natalidade, obcecado na luta contra as desigualdades territoriais e sociais.
Estive no sábado passado no Congresso do PSD. Fiquei satisfeita e com esperança. Portugal e os portugueses merecem um novo rumo.

Atividade Parlamentar
Apresentação de propostas no âmbito do Orçamento de Estado;
Participação nas sessões de debate do Orçamento para 2024;

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