JMJ: Passagem dos símbolos por Coimbra tem sido uma realidade inesquecível

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Arquivo/Foto de Pedro Ramos

O bispo de Coimbra, Virgílio Antunes, considerou hoje que a passagem dos símbolos da Jornada Mundial da Juventude (JMJ) pela Diocese de Coimbra tem sido “uma realidade inesquecível”, que tem unido pessoas de credos e opções políticas variadas.

“Tem sido uma realidade que nós nem sequer esperávamos, tão empolgante, tão vivida, tão sentida. Desde a aldeia mais pequena, da capelinha no interior do país e da nossa Diocese, até às cidades e aos lugares com grandes aglomerados de pessoas, às instituições públicas, privadas, de toda a índole, tem sido uma realidade absolutamente inesquecível”, apontou.

Pouco depois dos símbolos da JMJ chegarem ao Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra (CHUC), Virgílio Antunes destacou que a passagem pela Diocese, que termina no final do mês, tem “unido as pessoas” com formas diferentes de ver a vida, seja em termos religiosos ou políticos.

“Há algo que une e aquilo que une é o coração das pessoas, que nós, enquanto cristãos, identificamos com os grandes desejos do coração de Deus, que é unir as pessoas todas. Pô-las todas a trabalhar juntas com elas, todas em sintonia, a cooperarem umas com as outras, com divergências, porventura nas ideias, na forma de ver e pensar, mas unidos todos na ação, porque o ser humano é muito maior do que todas as guerras ou guerrilhas que possamos fazer uns aos outros e que não queremos fazer uns aos outros”, referiu.

A cruz peregrina e o ícone de Nossa Senhora Salus Populi Romani chegaram ao CHUC pelas 10:00, onde os esperavam a Phartuna, duas dezenas de crianças do Infantário Caracol e vários funcionários do hospital.

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