Fundação aposta em cartão nacional de acesso à Mata do Bussaco a partir de abril

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A Fundação Mata do Bussaco vai lançar, em abril, um cartão nacional que vai permitir que qualquer residente em território nacional possa entrar em condições especiais neste monumento nacional, revelou hoje o presidente da organização.

Em declarações à agência Lusa, o presidente da Fundação Mata do Bussaco, Guilherme Duarte, explicou que o lançamento deste novo cartão está previsto para abril, vindo substituir um cartão concelhio que já existia e que permitia que, desde 2011, os habitantes dos concelhos da Mealhada, Mortágua e Penacova beneficiassem de condições de acesso especiais.

“Este novo cartão ‘Amigos da Mata do Bussaco’ é mais um passo para o nosso desígnio de ver a Mata reconhecida internacionalmente. Depois deste cartão, avançaremos para um cartão universal”, referiu.

Na semana passada, o conselho diretivo da Fundação Mata do Bussaco aprovou condições especiais de acesso à Mata Nacional do Bussaco para todos os residentes em território nacional, sejam cidadãos nacionais ou não, que adiram ao cartão “Amigos da Mata do Bussaco”.

Este cartão tem uma anuidade com o valor de 29,95 euros, permitindo depois o acesso gratuito à Mata Nacional do Bussaco em qualquer altura do ano.

“Avançámos com este novo cartão porque temos sido abordados por muitas pessoas que gostariam de ficar ligados à Mata Nacional do Bussaco. O cartão vai permitir simbolicamente fazer essa ligação”, justificou.

A Mata do Bussaco, localizada na freguesia do Luso, concelho da Mealhada (distrito de Aveiro), foi classificada como monumento nacional em dezembro de 2017 e é candidata a Património Mundial da UNESCO.

Em janeiro, a candidatura da Mata Nacional do Bussaco a Património Mundial da UNESCO foi atualizada, passando a “apostar mais na passagem dos carmelitas enquanto elemento diferenciador”.

Segundo a página oficial da Fundação, a Mata Nacional do Bussaco ocupa atualmente cerca 105 hectares e possui uma das melhores coleções dendrológicas da Europa, com cerca de 250 espécies de árvores e arbustos com exemplares notáveis.

“É uma das matas nacionais mais ricas em património natural, arquitetónico e cultural, podendo ser dividida em quatro unidades de paisagem: Arboreto, Jardins e Vale dos Fetos, Floresta Relíquia e Pinhal do Marquês”, descreve.

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