Vidas que não se medem aos palmos

Tinha pouco mais de 600 gramas e cabia na palma de uma mão. Mas a garra de Joana Simões – como a de todos os bebés prematuros – nunca se mediu aos palmos.
Ontem, Dia Mundial da Prematuridade, Joana – hoje com 24 anos, única menina entre trigémeos nascidos antes das 32 semanas – , fez-se presente na sessão que assinalou a efeméride no CHUC.
“Ser um bebé prematuro é um estatuto que me acompanha para a vida. (…) É saber que cada dia é uma batalha e que enfrentá-la exige força e fé. (…) É contarmos com o apoio incondicional daqueles que, desde o primeiro momento, nunca desistiram de nós”.
A estudar atualmente em Nova Iorque, as palavras escritas por Joana foram lidas pela tia Teresa Almeida Santos, diretora do Departamento de Ginecologia, Obstetrícia, Reprodução e Neonatalogia do CHUC, durante a inauguração de uma exposição fotográfica dedicada aos bebés prematuros, no átrio dos HUC.

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