Lançadas as bases para o ICNAS 2.0

DB/Foto de António Cerca Martins

Foram ontem lançadas as bases para o Instituto de Ciências Nucleares Aplicadas à Saúde (ICNAS) 2.0 com a realização do 1.º Workshop do Programa de Doutoramento FCT (Fundação para a Ciência e a Tecnologia) da associação Prototera.
À margem da sessão de abertura, o reitor da Universidade de Coimbra (UC), Amílcar Falcão, explicou ao DIÁRIO AS BEIRAS o porquê da elaboração desta iniciativa.
“Este workshop está associado ao Prototera, com vários estudantes de doutoramento. São estas pessoas, altamente qualificadas, que vão dar continuidade aos nossos projetos, aqui em Coimbra, na área do ICNAS, tanto no diagnóstico como na terapêutica. O workshop serve para que tenham o contexto do ICNAS, para serem estimuladas, ficarem entusiasmadas e no futuro fazerem parte dele”, disse.
Na sessão de abertura, Amílcar Falcão reiterou a vontade a criação do edifício do ICNAS 2.0. no Polo III.
“Quando, em conversa com a presidente da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro, Isabel Damasceno, ela me perguntou qual era o projeto que queria mesmo desenvolver com fundos do PT2030 não tive qualquer dúvida em assumir que é este ICNAS 2.0.. É também uma oportunidade de acabarmos finalmente o Polo III”, assumiu.

Projetado edifício para o Polo III
O projeto do ICNAS 2.0 pretende ocupar parcialmente três pisos da subunidade 2/4 do Polo III, num futuro edifício da Faculdade de Medicina.
Carlos Santos, presidente do Conselho de Administração do Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra, realçou a importância que o ICNAS tem para a gestão hospitalar.
“Na medicina de precisão é necessário ter a máxima eficiência possível para que haja uma redução dos custos associados à saúde. O ICNAS é fulcral, através dos seus estudos, para que a medicina se desenvolva e não seja tão cara”, esclareceu.
Já Carlos Robalo Cordeiro, diretor da Faculdade de Medicina da UC, assinalou a investigação de ponta que se tem produzido.
“O ICNAS é uma excelente de unidade de investigação. Esta relação entre o ICNAS, a UC e o CHUC produz o que melhor se faz na investigação”, afirmou.

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