Homenagem a antigo dirigente da Filarmónica de Coja

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Atual sócio e antigo presidente da direção da Associação Filarmónica Pátria Nova de Coja, Álvaro Calinas foi agraciado na comemoração do 154.º aniversário da associação, com a entrega de uma placa, por Martinho Caetano, presidente da Confederação Musical Portuguesa.
Tratou-se de uma homenagem, segundo João Quaresma, “de todo merecida”, uma vez que o homenageado, atualmente com 93 anos de idade, “foi o primeiro presidente da Confederação Musical Portuguesa”, lembrou. O presidente da direção da Filarmónica de Coja sublinhou que Álvaro Calinas “foi um dos grandes impulsionadores da filarmónica que, na altura, estava em baixo e alguém lhe pediu para vir para a direção e foi ele que foi convidar o nosso ainda hoje maestro Daniel Gonçalves para fazer parte da banda”. “É um homem com um currículo vastíssimo”, constatou, acrescentando que o antigo dirigente da filarmónica ocupou muitos vários cargos, tendo sido “desde presidente da Junta, membro da Assembleia Municipal, presidente dos Bombeiros de Coja, do C.O.J.A. e da Federação das Filarmónicas”.
Sílvia Tavares, atual presidente da assembleia-geral da filarmónica cojense, defendeu que “o seu contributo jamais será esquecido pelas lições de vida altruísta que ensinou”.
Já Daniel Gonçalves, maestro da banda, reforçou que foi devido ao homenageado que a filarmónica “conseguiu ser o que é hoje”, pedindo aos executantes mais idosos, com 60, 40 e 25 anos ao serviço da banda, bem como aos que perfizeram 15, 10 e cinco anos na mesma, para que se associassem a esta homenagem.
Elogiando também o homenageado, Luís Paulo Costa, presidente da Câmara de Arganil, declarou que Álvaro Calinas “é um exemplo vivo dedicado a causas, nunca esquecendo a sua terra.
João Tavares, presidente da União de Freguesias de Coja e Barril de Alva, mostrando-se orgulhoso pelo trabalho desenvolvido pela filarmónica.
Por sua vez, o homenageado, visivelmente emocionado com este momento, garantiu que aceitou dirigir a filarmónica, bem como desempenhar todos os outros cargos, “unicamente devido ao amor que tenho à minha terra”. “A ela dediquei todo o meu trabalho e a minha inteligência”, frisou.

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