Basquetebol: Seleção nacional joga hoje em Coimbra

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DR/Facebook da Federação Portuguesa de Basquetebol

“O que espero é ganhar”, frisou à agência Lusa o técnico nacional. Porém, está consciente que Portugal vai enfrentar a “equipa mais forte do grupo, a confiar no ranking, que é o único dado objetivo” e que em setembro disputou a fase final do Euro2022.

Mário Gomes lembra que, face a essa presença, os búlgaros “estiveram dois meses juntos no verão, a disputar uma prova de altíssimo nível, o que é uma vantagem assinalável”, mais ainda em contraste com a “preparação curta” de Portugal.

“Fomos a única seleção da Europa que não treinou na primeira quinzena de agosto”, relembrou o selecionador, acrescentando: “Isto é um alerta à navegação, pois todas as equipas precisam de treinar para melhorar”. Apesar deste handicap, garante que ninguém o vai “apresentar como desculpa”.

Cometer erros a este nível pode ser fatal

“Se conseguirmos estar próximos do nosso melhor nível, podemos ganhar. Sabemos que será muito difícil e também que não podemos dar borlas, cometer erros que a este nível podem ser fatais. Espero que sejamos competitivos”, frisou.

Depois de dois triunfos na Roménia (75-59) e na receção ao Chipre (102- -69), em agosto, Portugal partilha a liderança do agrupamento com os búlgaros, que também venceram aqueles dois adversários.

Jogar sem Neemias

Agora, porém, Portugal vai a jogo sem o “gigante” Neemias Queta, que, como era esperado, não vai estar presente neste duplo embate, pois a NBA está agora em andamento. O poste dos Sacramento Kings, recorde-se, somou “duplos duplos” (20 pontos e 10 ressaltos na Roménia e 17 pontos e 13 ressaltos na receção aos cipriotas) nos dois primeiros jogos.

“Não estando o Neemias, não temos outro jogador com as mesmas características, pelo que temos de conseguir resolver o problema em equipa, nomeadamente do ponto de vista defensivo”, explicou.

Mário Gomes lembrou, porém, que Portugal já conseguiu jogar “taco a taco” com equipas mais fortes sem Neemias. Foi o caso da Hungria, na qualificação para o Mundial de 2023, em julho. “Perdemos por um ponto na Hungria, que é uma seleção superior à Bulgária”, recordou Mário Gomes.

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