Marcha solidária com professora agredida na Figueira da Foz

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Largas dezenas de pessoas, a maioria professores, participaram esta noite, na Figueira da Foz, numa marcha silenciosa de solidariedade com a professora agredida, na semana passada, no Centro Escolar de Vila Verde, e contra as agressões de que os docentes são vítimas em contexto de trabalho.

 

A marcha, promovida por um grupo de professores da Figueira da Foz, realizou-se entre o Forte de Santana Catarina e a praça da Europa, esta situada em frente aos paços do concelho. A iniciativa contou com a colaboração da PSP, que acompanhou o percurso e regulou o trânsito.

Uma delegação dos organizadores dirigiu-se ao edifício da câmara municipal, tendo sido recebida, à entrada, pelos vereadores Olga Brás e Manuel Domingues. Os autarcas manifestaram solidariedade com a iniciativa e com a professora agredida, alegadamente por familiares de alunos, quando saía da escola.

O secretário geral da Federação Nacional de Professores, Mário Nogueira, juntou-se à iniciativa, de forma discreta. Em declarações ao DIÁRIO AS BEIRAS, o dirigente sindical defendeu que as agressões contra professores devem passar a ser consideradas crime público, uma vez que, sustentou, há vítimas que acabam por não apresentar queixa, “por medo de represálias”.

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