CHUC admite que é difícil estabilizar quadro de pessoal

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Foto de Ana Catarina Ferreira

Gratidão. Esta será a palavra que melhor se coaduna com o “Dia do Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra (CHUC)”, efeméride que foi assinalada ontem com uma cerimónia no Centro de Congressos do CHUC-Auditório Principal.
O “momento simbólico”, considerou o presidente do conselho de administração do CHUC, Carlos Santos, teve como principal desígnio o agradecimento, por parte da unidade de saúde, aos profissionais dos CHUC e aos aposentados entre 1 de setembro de 2021 e 31 de agosto de 2022.
No total, 121 ex-funcionários receberam uma placa alusiva, o seu processo individual e o cartão de profissional de aposentado do CHUC. “Este é um reconhecimento da nossa parte por tudo o que fizeram”, frisou Carlos Santos, que dedicou o dia “a todos os profissionais que contribuíram para que o CHUC seja uma referência nacional”.
Com um “muito obrigado”, o presidente do conselho administração fez questão de deixar uma garantia a todos os que marcaram presença na cerimónia: “Esta é a vossa casa. Queremos homenagear os que saem e honrar o seu legado”.
Considerando que os funcionários são a “pedra angular” da instituição, Carlos Santos recordou o período exigente da covid-19, tendo deixado “um apreço pela entrega diária” das pessoas que trabalham nos CHUC com a intenção de “semear esperança”.

Dificuldades em atrair
e reter profissionais
Carlos Santos admitiu ainda dificuldades na estabilização dos recursos humanos, pese embora o foco “seja sempre o de criar condições de atratividade e retenção dos profissionais no SNS”, tendo reconhecido que nalgumas áreas existem mais dificuldades em assegurar a estabilidade das equipas, “que, embora sejam cíclicas, não são permanentes e transversais” e não prejudicam o serviço de atendimento aos utentes.
“Muito se falou durante o verão em dificuldades de estabilização das equipas na vertente de obstetrícia, não quer dizer que o CHUC não tivesse tido dificuldades, que as teve, mas conseguiu ultrapassá-las”, salientou, deixou a convicção de que, dentro de dois anos, com a construção da nova maternidade de Coimbra, a situação possa ser alterada.

 

(Texto completo na edição impressa do Diário As Beiras)

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