Opinião: Académica/OAF – Razão, coração…e que mais? Competência e Humildade?

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Uma determinante do êxito é a capacidade de ser tolerante com as mais diversas opiniões. Sobretudo, quando o coração quer mandar mais do que a razão!

A Académica.oaf está a passar por momentos muito difíceis e complicados por variadíssimas razões. Não querer perceber isto e meter a cabeça na areia, é um sinal claro de individualismo e de falta notória e objectiva, da, e para a concretização de um objectivo.

Não se podem vencer eleições…só porque sim!

Não se podem vencer eleições na base do ódio, porque são sempre cometidos actos de alguma, para não dizer, grande irracionalidade que, naturalmente, origina uma reacção contrária e sobretudo adversa.

Não se podem vencer eleições na base de propostas irrealistas e sem fundamento e depois não se retirarem as devidas conclusões.

Não se podem vencer eleições e depois perguntar…e agora?

O, ou os vencedores deverão ser sempre magnânimos. Não significa que estejam sujeitos a “leis ditadas de fora”, ou dos “anteriores adversários”, mas com a superioridade por que se deve reger a nossa Instituição, ouvir, perceber, analisar e decidir. Porque uma decisão terá de ser sempre alavancada num conjunto de pressupostos anteriormente analisados.

A tomada de decisão pressupõe etapas muito claras, sem as quais, ou alterando a ordem – porque a ordem não é arbitrária – não se atingem os objectivos desejados.

Identificar o problema, fazer o diagnóstico, identificar as alternativas, escolha da melhor opção, decisão, acompanhamento, e outras que se conjuguem para o êxito.

Não me parece que “tenham sido tomados em boa conta”! Ignorância?

Quando a Instituição – afirmado publicamente pelo seu presidente – não tem dinheiro para pagar a um advogado, temos de ficar deveras preocupados, dado que um elevado número de advogados, é associado da Académica.oaf. Não está nenhum disponível?

Dois problemas se colocam de imediato e de efeitos catastróficos a essa declaração: o primeiro, porque significa o abandono puro e simples da vida associativa de algumas dezenas de advogados e o segundo, porque demonstra uma enorme fragilidade que afasta e afastará potenciais patrocinadores que não querem apostar numa Instituição que enuncia e anuncia uma declaração de “miserabilismo”!

Por não se ter uma ideia e um pensamento sólido, a Académica.oaf na qualidade de candidato a subir em 3 anos à 1ª Liga segundo a direcção eleita, é que estamos todos muito preocupados com o último lugar na Liga 3.

Não se argumente com o problema de calendário, porque a Académica.oaf não está a disputar a 1ª Liga e não joga com os grandes. Antes, com o Caldas, o Amora, o Moncarapachense, o Fontinhas e outros que tais que, com todo o respeito, estão a léguas do prestígio na nossa Instituição.

Quem “tem calos não se mete em apertos”, nem se pode alavancar em outros para “livrar a água do capote”!

Os associados votaram, e bem, numa lista em detrimento de outra. A democracia tem de ser respeitada e levada a sério. Mas a democracia não pode ser o argumento válido quando percebemos que a Académica.oaf está numa situação aflitiva. Por isso, eu falo de razão e coração!

O que desejo é que sejamos todos felizes, porque esse é o objectivo central que nos move a ser associados de uma Instituição de referência no futebol e desporto português.

Ainda estamos a tempo. É só preciso ser humilde…e querer!

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