Geminação entre Tábua e Sal, Cabo Verde, projeta intercâmbio em diversas áreas

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Os Municípios de Tábua e do Sal, em Cabo Verde, vão assinar um acordo de geminação, em outubro, que projeta o desenvolvimento de iniciativas de colaboração em áreas de interesse comum.

Este acordo visa o intercambio de “pessoas, de negócios de cultura e turismo”, revelou hoje à agência Lusa o presidente da Câmara Municipal de Tábua, Ricardo Cruz.

O acordo, já aprovado nas duas autarquias, vai ser assinado em outubro, aquando da missão institucional e empresarial que o Município de Tábua, no distrito de Coimbra, está a organizar.

De acordo com o autarca, nesta visita serão estabelecidos contactos com a Câmara de Comércio do Norte de Cabo Verde e outras associações locais, que permitam a identificação e desenvolvimento de ações conjuntas.

Este protocolo tem a finalidade de estreitar laços de colaboração, para dinamizar diversas áreas, sejam elas a economia, através do estímulo à internacionalização do tecido empresarial, a educação, formação, cultura, turismo, eficiência energética, ambiente, produtos endógenos, entre outras, promovendo o desenvolvimento integrado dos territórios.

Ricardo Cruz explicou que atualmente os municípios estão num processo de identificação das áreas prioritárias.

“Pretendemos, depois, numa segunda fase, ter aqui algum intercâmbio e acolhimento técnico e de jovens que também possam frequentar a nossa escola profissional e também algumas ações de capacitação”, exemplificou.

A participação em feiras, mostras, exposições, tanto na área empresarial e como cultural, nos dois municípios, são outros dos propósitos.

As duas autarquias comprometem-se a empreender programas e ações de cooperação e intercâmbio, incentivando a celebração de acordos entre entidades públicas e privadas de cada uma das regiões, bem como a partilhar informação e documentação nos diferentes domínios identificados como prioritários.

Trata-se de um protocolo que permitirá “abrir novas oportunidades para as empresas, através da abertura a novos mercados, bem como ao próprio município e às instituições locais, no âmbito da cooperação na identificação das respostas aos novos e estimulantes desafios que se colocam num mundo cada vez mais globalizado”, concluiu Ricardo Cruz.

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