Orquestra Clássica do Centro em digressão em Itália

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Um ensemble da Orquestra Clássica do Centro (OCC ) estará em digressão em Itália, com concertos em Livorno e Florença, em resultado de parcerias construídas ao longo dos anos, anunciou hoje aquela entidade.

A digressão italiana decorre de quarta-feira até dia 28, no âmbito do projeto “Pontes”, que resulta das parcerias estabelecidas com o propósito “de aproximar povos e culturas através da linguagem universal que é a música”, afirmou a OCC, em nota de imprensa hoje enviada à agência Lusa.

O primeiro dos concertos do ensemble da OCC – um quarteto de cordas constituído por Pedro Carvalho, Ana Carvalho, Raquel Ribeiro e David Lloyd e o oboísta Francesco Sammassimo – ocorre devido às parcerias da Orquestra com a Fundação do Teatro Goldoni e o Festival Mascagni, em Livorno, cidade natal do compositor Pietro Mascagni.

No âmbito desse acordo, no mês de julho, a soprano Rebecca Pieri e o tenor Xuenan Liu estiveram em Portugal, na primeira edição do Bussaco Classical Fest, realizado na vila do Luso, também em resultado da parceria da OCC com o município da Mealhada.

Segundo a Orquestra Clássica do Centro, o programa interpretado nos Jardins do Luso “será o mesmo que irá ser realizado em Livorno”, com obras de compositores como Donizetti, Verdi, Puccini, Mascagni, Gershwin, Piazzolla ou Morricone, para além da música tradicional napolitana, espanhola e portuguesa.

O Museu d`Medici ou a Igreja de Santa Felicitá (Ponte Vecchio), em Florença, serão outros dos locais que receberão o ensemble da OCC, aqui com obras de compositores portugueses.

Segundo a nota, os concertos em Florença serão comentados pelo maestro titular da Orquestra Clássica do Centro, Sérgio Alapont.

De acordo com a direção da OCC, alguns dos principais objetivos da Orquestra – que, este ano, celebra 21 anos de atividade ininterrupta – são os de promover os compositores e intérpretes portugueses.

“Cada vez é mais urgente construirmos pontes, pois são elas que aproximam pessoas. Importa que as vontades de fazer acontecer sejam valorizadas e incentivadas, pois só assim participamos na construção de projetos comuns, sendo fundamental que sejam projetos vivos, em que a continuidade se impõe”, afirmou, citada na nota, Emília Cabral Martins, presidente da direção da OCC.

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