Opinião: A bienal das coletividades deve ser retomada?

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SIM
A Figueira é um dos concelhos do país mais ricos em coletividades ativas. Tudo o que possa divulgar e promover aquilo que de melhor fazem é bem-vindo. Há que reconhecer, sempre, o trabalho voluntário e dedicado que elas representam, a sua força para transmitir cultura e raízes às gerações mais novas e manter ativas as gerações mais velhas.
Desde a criação de regulamentos de apoio às coletividades, desportivas, recreativas e já no último mandato autárquico, a verba específica para as filarmónicas, que introduziram critérios na atribuição dos apoios por todas elas, muitas outras tem sido as manifestações, de iniciativa pública ou privada, que tem celebrado o associativismo.
Eventos desportivos, teatro amador, animação de rua, recreações históricas, o Festimaiorca, o projeto Orquestrae, que juntou os jovens das filarmónicas do concelho a artistas nacionais de renome. Inúmeros, matéria nunca faltou. Estes certames requerem grande envolvência de todos os agentes e muito investimento público.
Bienal sim, mas não de qualquer maneira. Em que consistirá? É para acrescentar ao que se fazia em 2005, demonstrando a real diversidade existente sem confundir associativismo apenas com etnografia? O evento será concebido em plena articulação prévia com as associações? Só assim fará sentido e desde que haja condições financeiras sem prejudicar outras prioridades essenciais para o concelho”.

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