Diversidade do território é a maior riqueza de Cantanhede

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Durante anos, a Expofacic arrancava no dia do feriado municipal. Por que mudou?
Achamos que a quinta-feira é o dia mais indicado para dar início à feira, pelo que resolvemos separar. Acho que nos dá outra calma e outra serenidade para, no dia do feriado municipal, estarmos com os nossos munícipes, com os convidados, com as pessoas e instituições que queremos homenagear e até com os membros do Governo que nos visitam.

Para quem assistiu, foi uma cerimónia fluida…
Este ano, creio que foi uma cerimónia muito agradável. Conseguimos conciliar os tempos certos com todas as pessoas que queríamos que interviessem. Uma palavra de grande regozijo a todas as pessoas que fazem parte do gabinete de apoio, pela forma extremamente profissional e dedicada como trabalharam. Aliás, no final, foi consolador ouvir tantas pessoas de outras câmaras que nos deram os parabéns pela forma impecável como funcionou o protocolo. Congratulamo-nos com a presença do senhor secretário de Estado Carlos Miguel, que faz parte de um ministério – o da Coesão Territorial – tão importante neste processo de descentralização de competências. Tivemos também os nossos municípios geminados, nomeadamente, Cantanhede do Maranhão, Rio Maior e Meda. A exceção foi Alfortville, uma comuna nos arredores de Paris cuja geminação é para nós importante. Cantanhede sempre foi terra de emigração e o que nos chega é que os que vivem lá fora gostam muito de ouvir falar na sua terra e de acompanhar o que se passa em Cantanhede.

Que critérios presidiram à seleção dos homenageados?
Tratando-se de um momento de exaltação da nossa identidade, gostamos sempre de homenagear aquelas pessoas que já deram muito ao universo autárquico: Câmara, Inova, Biocant e ABAP – Associação Beira Atlântico Parque. Eu que sempre tive os recursos humanos, nos 21 anos em que estou na câmara, considero fundamental a homenagem aos funcionários que fizeram 25 anos de serviço (curiosamente, este ano, já tivemos alguns das competências descentralizadas, nomeadamente, das escolas). Em paralelo, também homenageamos os aposentados. A mim custa-me muito pensar que uma pessoa que deu muito a uma casa tenha um corte radical no momento da reforma. Nós queremos reconhecer o quanto as pessoas deram à causa pública e queremos transmitir-lhes que a casa continua a ser deles. Eu venho de uma casa, o Banco de Portugal, que tinha muito essa filosofia, com um dia por ano que era dedicado aos reformados. Aqui fazemos de igual forma, com uma missa em homenagem aos que já partiram, com a passagem de um filme e outras atividades. Aliás, é minha intenção dinamizar outro tipo de iniciativas que eles, com mais tempo, podem desenvolver.

Ler entrevista completa no caderno especial do DIÁRIO AS BEIRAS dedicado à Expofacic em 28/07/2022

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