Opinião: O pastor belga

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A Bélgica é a terra dos chocolates, da cerveja, dos estrunfes, das batatas fritas,… mas também do cão de raça pastor belga. Pois é, aquele cão que muitas vezes acompanha os polícias, parecido com um pastor alemão, mas mais acastanhado e com o focinho mais esguio e alongado, é muito possivelmente desta raça.

A documentação mais antiga sobre a espécie remonta ao final de 1800, quando começou a surgir na Europa um desejo de afirmação nacionalista, que se repercutiu numa série de âmbitos, incluindo a cinologia. Começaram-se assim a criar e apurar raças de cães, para que fossem representativas da respectiva nação. Em 1891 foi fundado o Clube Pastor Belga, tendo sido adoptado o primeiro padrão do pastor belga em 1893.

Conhecido pela sua lealdade, o cão dessa raça está sempre preparado para agir e proteger os seus tutores, tendo um carácter corajoso e agitado, mesmo que também brincalhão. Ao que parece é um cão muito inteligente, que corresponde de forma rápida a comandos de voz e é ágil na hora de realizar tarefas.

O pastor-belga possui 4 variedades com aparências bastante distintas, baptizadas segundo as terras de onde vêm: Malinois, Groenendael, Tervueren e Laekenois. Independentemente da variedade, este cão caracteriza-se por ser uma raça inteligente e ativa, que pode ser treinada para diferentes funções: em ambas as Guerras Mundiais, por exemplo, terão mesmo trabalhado como portadores de mensagens, entre outras missões.

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