“Estou quase a terminar o meu curso e esta é a minha primeira Queima”

Eram 16H30 e ainda não havia sinal de nenhum carro alegórico junto aos Paços do Concelho. Os únicos carros que se viam por ali eram três carrinhos de supermercado, empurrados ao som de pregões: “o-o-olha a água fresquinha! Cerveja a um euro”. O negócio ainda rendeu durante meia hora até se ouvir o Grupo de Gaiteiros da Rainha Santa que anunciou a chegada do primeiro carro.

Depois de alguns momentos de impasse – com os estudantes vacilantes sem saber que direção haviam de seguir -– o cortejo irrompeu pela rua da Sofia. Recorde-se este ano o desfile não passou pelo coração da Baixa da cidade de Coimbra, com
os carros a seguirem pela Rua da Sofia e avenida Fernão Magalhães, deixando de cumprir o percurso desde a praça 8 de Maio até ao largo da Portagem.

O que se viu, à medida que os estudantes iam passando pela Baixa, foi uma explosão de alegria e irreverência, contidas durante dois anos de restrições. “Estou quase a terminar o meu curso e esta é a minha primeira Queima”, lembrava Inês Xavier, estudante de licenciatura de Serviço Social na Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da Universidade de Coimbra. “Estou muito feliz por estar a viver este momento e vou aproveitar ao máximo”, garantiu.

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