Câmara de Viseu abre concurso de 2,1 ME para terminar loteamento urbano

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O vice-presidente da Câmara de Viseu disse hoje que a autarquia se vai substituir a um empreiteiro, que abriu falência, para terminar “um dos maiores loteamentos” da cidade e o colocar disponível no mercado.

“É um dos maiores loteamentos que a cidade tem atualmente e estava abandonado e, a partir de hoje, como a Câmara aprovou as peças procedimentais, vai ser feito um investimento superior a 2,1 milhões de euros (ME) para terminar este loteamento”, anunciou João Paulo Gouveia.

O vice-presidente da Câmara Municipal de Viseu explicava aos jornalistas, no final da reunião pública de hoje, que “a empresa que o licenciou e iniciou não o terminou e a Câmara, agora, vai terminar as obras” no terreno.

“Com o uso de garantias bancárias que foram depositadas no banco, estamos a usá-las para repor e para terminar um dos principais loteamentos da cidade, ou seja, a Câmara vai substituir-se ao empreiteiro”, clarificou.

Este loteamento, continuou, “de uma empresa que, entretanto, faliu e foi abandonado é de grandes dimensões, talvez o maior loteamento que a cidade tem neste momento” e, no final, a Câmara, “naturalmente, disponibilizará aos munícipes e ao mercado lotes para construção”.

O terreno situa-se numa das entradas Norte da cidade, pela Estrada Nacional 16, nas traseiras do quartel da GNR, na zona de Santo Estêvão, e, com esta decisão, a autarquia cumpre uma promessa feita, vincou.

“Estamos a dar um passo gigante nesta matéria e num problema que a cidade tem e, ao mesmo tempo, a equilibrar a cidade para o lado Norte, que foi um dos compromissos que fizemos aos viseenses”, esclareceu.

Na reunião de hoje, além de serem aprovadas as peças procedimentais, também foi aprovado o lançamento do concurso da obra “para um investimento superior a 2,1 ME que irá permitir terminar e disponibilizar” o loteamento ao mercado.

O vereador da Educação anunciou, durante a mesma sessão camarária, que recebeu a visita do diretor da Direção-Geral dos Estabelecimentos Escolares (DGEstE), João Gonçalves, para conhecer escolas que sejam prioritárias para colocar no plano de reabilitação.

“Além da Escola Dom Duarte, que já estava referenciada, o senhor diretor-geral acrescentou também a Escola Dr. Azeredo Perdigão, tendo em conta a necessidade urgente que tem em reabilitar uma série de situações”, adiantou Pedro Ribeiro.

O vereador referiu ainda “que em Viseu conheceram as boas práticas” do município, “como os programas de educação Recreios Ativos e Roda Ativa, que disse serem um exemplo que deveria ser replicado a nível nacional”.

Pedro Ribeiro explicou que os Recreios Ativos são um programa das associações de pais das escolas do jardim de infância e primeiro ciclo, que é apoiado pelo município, e “contribui para a colocação de equipamentos nos recreios”.

A Roda Ativa é um programa para os mesmos anos escolares e que consiste em, “de hora a hora, as crianças pararem o que estão a fazer, e a roda é que decide o que vão fazer, como por exemplo, se tiverem de saltar durante três minutos, saltam”.

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