Opinião: O Paço de Maiorca deve ser transformado em unidade hoteleira?

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NÃO

Ou sim. Depende.

A história recente do Paço de Maiorca não é linear como alguns sabem, mas se “esquecem” de contar.

Começou em 2002 quando o atual Presidente da Câmara o adquiriu, assim como outros imóveis degradados que passaram a ser propriedade do Município.

Quando trocou a Figueira por Lisboa, chovia dentro do Paço. Nada de substancial foi feito, portanto.

Até 2008 (PSD) o imóvel continuou ao abandono, data em que uma parceria público privada definia que o espaço seria um hotel construído com dinheiro público mas lucro para privados.

A partir de 2009, com a Figueira Grande Turismo (dona da obra) sem dinheiro, alterações legais e dois pareceres negativos do Tribunal de Contas impediram que a Câmara pudesse acabar a obra e o processo judicial que se seguiu tornou a situação irresolúvel.

Foi recuperado o Mercado Municipal, o Castelo Eng. Silva, a Quinta das Olaias e tantos outros.

Já a recente “visita guiada”, parece mais típica da oposição e até desprestigia quem a promoveu, “então não é que o pessoal que cá esteve antes se fartou de resolver problemas complicados, deixaram tantos processos a dar frutos para nós agora colhermos e tiveram a ousadia de não resolver também este!”.

O Paço de Maiorca está nas mãos do atual executivo que deve assumir as suas competências e procurar uma solução. Importante é que seja um atrativo para dinamizar Maiorca e com isso o Concelho.

 

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