Rasto de destruição na produção de milho do Baixo Mondego

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“Foto DR”

No Baixo Mondego, o dia de ontem serviu para os agricultores da zona visitarem as suas propriedades e, desta forma, contabilizar os prejuízos causados pela tempestade da tarde/noite de segunda-feira.

Ao final da manhã, altura em que o DIÁRIO AS BEIRAS esteve à conversa com alguns dos produtores de milho, a palavra mais usada era “catástrofe”. Bastou andar alguns quilómetros na margem esquerda do Mondego para perceber as preocupações destes agricultores.

Isabel Martins referiu que as primeiras contas apontam, para já, para um prejuízo da ordem dos 50 mil euros, mas as contas finais estão dependentes do estado do tempo dos próximos dias, bem como “do aproveitamento que ainda for possível conseguir do milho que se encontra, atualmente, deitado”. Após visita às suas propriedades, as estimativas apontam para que metade dos 23 hectares plantados nas áreas de Taveiro, Ameal e Arzila não estejam em condições de serem colhidos.
Fernando André disse que ainda é cedo para se fazerem contas aos prejuízos, até porque em muitos dos locais não é possível entrar devido ao alagamento dos terrenos. Apesar disso, as previsões não são nada animadoras, com este produtor a apontar para a destruição de 13 hectares, “metade da área que tínhamos plantado”. “Antes desta tempestade, as perspetivas de termos uma boa colheita eram enormes”, referiu este produtor.

Versão completa na edição impressa e digital do DIÁRIO AS BEIRAS

 

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