Incêndio em fábrica de Arouca já está dominado, mas “não se aproveita nada”

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O fogo que deflagrou hoje numa fábrica de artigos em madeira em Arouca e provocou um ferido já está dominado, disse o comandante das operações de combate ao incêndio, revelando que “não se aproveita nada” do armazém.

Em causa estão as instalações da Camarc, empresa do distrito de Aveiro onde laboram cerca de 100 trabalhadores, um dos quais ficou hoje ferido com gravidade, após o que foi transferido para o Hospital de Vila Nova de Gaia, no distrito do Porto, com queimaduras e dificuldades respiratórias.

José Gonçalves, comandante dos Bombeiros Voluntários de Arouca, esteve a coordenar o trabalho de 77 operacionais e 31 viaturas de socorro, e, embora não sabendo identificar as causas do incêndio detetado às 14:23, disse que os estragos foram significativos devido à combustibilidade das madeiras e à rapidez da propagação.

“Não dá para saber onde o fogo começou porque foi tudo muito rápido e, com o vento, propagou-se num instante. Mas foi tudo comido pelas chamas e não se aproveita nada”, afirmou.

Com os dois pavilhões da Camarc evacuados, os bombeiros impediram o alastramento do fogo às fábricas contíguas e no local está agora uma máquina de rasto “para o rescaldo se fazer com a maior velocidade possível”.

Em atividade há 40 anos, essa empresa da freguesia de Mansores refere no seu ‘site’ oficial que é “líder no fabrico de caixas de madeira para a indústria dos vinhos e bebidas espirituosas”, fornecendo “prestigiadas marcas de França, Grécia e Espanha”, entre outros países.

A empresa descreve-se também como “um dos principais fabricantes nacionais [de mobiliário] de puericultura”, segmento em que detém a marca Pueri.

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